3 de abr. de 2011
REPÚDIO AO RACISMO!
Mais uma vez uma cena horrível num estádio europeu. Torcedor atira banana no campo em direção ao Neimar. Vergonha para Londres, infelizmente. Não importa se o racista era alemão ou escocês, importa é a inércia dos dirigentes. Em primeiro lugar esse torcedor deveria ser multado e processado. Mas antes, já passou da hora da CBF tomar uma medida drástica quando isso acontecer: tira o time de campo, deixa os caras babando de raiva sem espetáculo nenhum, então os patrocinadores moveriam o poder econômico para neutralizar esse tipo de manifestação. Sem essa de responder no campo fazendo gol, é preciso retaliar mesmo, se não vira bagunça. Então é dar prejuízo neles, que eles ficam malucos. Se querem ver o Brasil jogar, então que paguem caro e se comportem como seres humanos.
18 de ago. de 2010
Cariocas em alta
A 14ª rodada marcou a subida dos quatro grandes do Rio. Dois no G4 e dois entre os dz melhores. Fluminense na frente, agora com o enorme fardo de não se comportar como um cavalo paraguaio. Botafogo com Joel doido para fazer bonito num brasileirão. Flamengo e Vasco ocupam lugares honrosos, mas não é lá grande coisa. Com Zico e Roberto no comando parece que a prioridade é recuperar a seriedade e estruturar os clubes para voos mais altos num futuro próximo. Mas o campeonato mais difícil e complexo do mundo sempre revela surpresas. Enquanto isso vamos curtindo levantar poeira em cima dos paulistas e suas super estruturas. Bairrismo de lado. A Copa vem aí e as grandes obras estruturantes nos transportes, comunicações e segurança ainda não foram divulgadas. Coisas nossas...
15 de ago. de 2010
Ingressos para 2014
Fico pensando: quanto vai custar e como conseguiremos ingressos para os jogos do Brasil em 2014? Será que vai ter muita política e cambistas cibernéticos? Acho que não. Vais ser tudo certinho pela internet...
Nova Iguaçu volta à Primeira Divisão do Carioca
O NIFC voltou para a primeirona do Carioca. Dono de uma das maiores infraestruturas de treinamento do Brasil, o laranja mecânica iguaçuano agora quer permanecer na elite do campeonato mais charmoso do Brasil. Incrível como o NIFC tem uma estrutura que nem o Flamengo tem. Boa sorte para o nosso clube da terra e que seu desempenho geral seja um fator de desenvolvimento para Nova Iguaçu e uma referência positiva para o esporte de alto desempenho e para a construção da cidadania especialmente para a juventude iguaçuana.
18 de mai. de 2010
Herança dos grandes eventos
Desde os Jogos Panamericanos no Rio de Janeiro que se fala em herança para a cidade sede. Projetos mirabolantes de transportes moderníssimos, estádios e equipamentos esportivos fantásticos e tudo o mais foi prometido. Bom, aqui no Rio a herança foi fraca. Nada de trem magnético suspenso e novas avenidas e corredores exclusivos para coletivos. Ficou só no estádio do Engenhão, construído no meio de um bairro saturado, cheio de ruas estreitas e sem estacionamento ou acesso por meio de avenidas. Vejamos o que será feito para a Copa e Olimpíadas. As questões do trânsito e do sistema de transportes são decisivas, pois as condições de mobilidade e segurança para os fãs do esporte, que assistirão aos jogos, já tem sido um fator determinante para a diminuirão do público presente aos grandes eventos esportivos, haja vista os números do Maracanã.
27 de ago. de 2009
As escolinhas e o fim dos campinhos
As escolinhas de futebol proliferam por todos os cantos do Brasil. É certo que somos o país do futebol, mas antigamente se aprendia e se treinava quase que exclusivamente nos campos de várzea e campinhos nos terrenos baldios nos bairros. O que mudou agora e qual a razão do crescimento exponencial das escolinhas? Primeiramente, o futebol tornou-se um grande negócio, que movimenta bilhões, mobiliza a mídia, a população e atrai os jovens e suas famílias, que projetam um futuro promissor na carreira de jogador profissional, o que gera uma demanda também profissional na formação e cooptação de novos jogadores através destas escolinhas e divisões de base dos clubes. Esse fenômeno se potencializa com a penetração do capital privado neste setor, capitaneado pelos investimentos de empresários, nacionais e internacionais. Em segundo lugar, com o enorme crescimento urbano, os espaços disponíveis pra criançada jogar bola estão desaparecendo, ao mesmo tempo em que as escolinhas oferecem ainda a segurança que não se encontra mais nas ruas. Por tudo isso, parece que o profissionalismo e os interesses econômicos se integram cada vez mais ao processo de formação dos jogadores brasileiros, desde as raizes do nosso futebol, que estão nos bairros populares e na periferia das grandes cidades, através das quais ocorrem a mobilização e a adesão da enorme maioria do nosso povo. Se nessa nova realidade haverá espaço para novos artistas como Pelé, Garrincha, Zico e muitos outros, isso só o tempo dirá.
25 de ago. de 2009
Nossos meninos na escolinha do Nova Iguaçu F.C.
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