18 de ago. de 2010

Cariocas em alta

A 14ª rodada marcou  a subida dos quatro grandes do Rio. Dois no G4 e dois entre os dz melhores. Fluminense na frente, agora com o enorme fardo de não se comportar como um cavalo paraguaio. Botafogo com Joel doido para fazer bonito num brasileirão. Flamengo e Vasco ocupam lugares honrosos, mas não é lá grande coisa. Com Zico e Roberto no comando parece que a prioridade é recuperar a seriedade e estruturar os clubes para voos mais altos num futuro próximo. Mas o campeonato mais difícil e complexo do mundo sempre revela surpresas. Enquanto isso vamos curtindo levantar poeira em cima dos paulistas e suas super estruturas. Bairrismo de lado. A Copa vem aí e as grandes obras estruturantes nos transportes, comunicações e segurança ainda não foram divulgadas. Coisas nossas...     

15 de ago. de 2010

Ingressos para 2014

Fico pensando: quanto vai custar e como conseguiremos ingressos para os jogos do Brasil em 2014? Será que vai ter muita política e cambistas cibernéticos? Acho que não. Vais ser tudo certinho pela internet...

Nova Iguaçu volta à Primeira Divisão do Carioca

O NIFC voltou para a primeirona do Carioca. Dono de uma das maiores infraestruturas de treinamento do Brasil, o laranja mecânica iguaçuano agora quer permanecer na elite do campeonato mais charmoso do Brasil. Incrível como o NIFC tem uma estrutura que nem o Flamengo tem. Boa sorte para o nosso clube da terra e que seu desempenho geral seja um fator de desenvolvimento para Nova Iguaçu e uma referência positiva para o esporte de alto desempenho e para a construção da cidadania especialmente para a juventude iguaçuana.

18 de mai. de 2010

Herança dos grandes eventos

Desde os Jogos Panamericanos no Rio de Janeiro que se fala em herança para a cidade sede. Projetos mirabolantes de transportes moderníssimos, estádios e equipamentos esportivos fantásticos e tudo o mais foi prometido. Bom, aqui no Rio a herança foi fraca. Nada de trem magnético suspenso e novas avenidas e corredores exclusivos para coletivos. Ficou só no estádio do Engenhão, construído no meio de um bairro saturado, cheio de ruas estreitas e sem estacionamento ou acesso por meio de avenidas. Vejamos o que será feito para a Copa e Olimpíadas. As questões do trânsito e do sistema de transportes são decisivas, pois as condições de mobilidade e segurança para os fãs do esporte, que assistirão aos jogos, já tem sido um fator determinante para a diminuirão do público presente aos grandes eventos esportivos, haja vista os números do Maracanã.  

27 de ago. de 2009

As escolinhas e o fim dos campinhos

As escolinhas de futebol proliferam por todos os cantos do Brasil. É certo que somos o país do futebol, mas antigamente se aprendia e se treinava quase que exclusivamente nos campos de várzea e campinhos nos terrenos baldios nos bairros. O que mudou agora e qual a razão do crescimento exponencial das escolinhas? Primeiramente, o futebol tornou-se um grande negócio, que movimenta bilhões, mobiliza a mídia, a população e atrai os jovens e suas famílias, que projetam um futuro promissor na carreira de jogador profissional, o que gera uma demanda também profissional na formação e cooptação de novos jogadores através destas escolinhas e divisões de base dos clubes. Esse fenômeno se potencializa com a penetração do capital privado neste setor, capitaneado pelos investimentos de empresários, nacionais e internacionais. Em segundo lugar, com o enorme crescimento urbano, os espaços disponíveis pra criançada jogar bola estão desaparecendo, ao mesmo tempo em que as escolinhas oferecem ainda a segurança que não se encontra mais nas ruas. Por tudo isso, parece que o profissionalismo e os interesses econômicos se integram cada vez mais ao processo de formação dos jogadores brasileiros, desde as raizes do nosso futebol, que estão nos bairros populares e na periferia das grandes cidades, através das quais ocorrem a mobilização e a adesão da enorme maioria do nosso povo. Se nessa nova realidade haverá espaço para novos artistas como Pelé, Garrincha, Zico e muitos outros, isso só o tempo dirá.

25 de ago. de 2009

Nossos meninos na escolinha do Nova Iguaçu F.C.


Aí estão os novos jogadores da escolinha do Nova Iguaçu Futebol Clube. De uniforme e da esquerda para a direita: Vinicius, Matheus, Paulinho, Gustavo e João.

Alerta vermelho no Rio

Fluminense, Botafogo e Flamengo instáveis e descendo a ladeira no Campeonato Brasileiro de 2009. Deixando os problemas administrativos dos clubes pra lá, salta aos olhos a diferença de preparo físico dos times cariocas para as equipes que estão no topo da tabela. Mal das pernas, nossos jogadores estão sempre em minoria nas jogadas, seja na defesa ou no ataque. Os matemáticos dizem que o Rio tem 97% de chances de ter um de seus times rebaixados pra segundona. Tá feia a coisa! É evidente que existem sérios problemas políticos nos grandes clubes do Rio de Janeiro. E num campeonato longo de pontos corridos, o mais competitivo do mundo, envolvendo 17 times campeões nacionais, e ainda exportando jogadores para os europeus, árabes e japoneses, quem não tem uma estrutura gerencial profissional perde fôlego. Superar isso é difícil, principalmente quando os negócios envolvendo direitos federativos e de imagem não servem para capitalizar os clubes. A cartolagem precisa aprender a ganhar dinheiro investindo na estrutura dos clubes.